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O brilho veio para ficar,
de Joyce Diehl (*) |
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Cautelosa, noto que , mais uma vez, o brilho se instalou em lançamentos de revestimentos, objetos, móveis. Atônita,
recebo a matéria de Ruth Fingerhut sobre os lançamentos da última Cersaie ...e lá está ele, nos fundos tradicionais ou (pasmem!) acompanhado de cores fortes, por vezes cítricas.
O que faz dele , o brilho, uma nova sensação a cada lançamento? Poder de sedução, nobreza, reflexo de nós mesmo?
Talvez seja um conjunto de fascínios, mas a verdade é esta:
o brilho veio para ficar. Nos revestimentos já não era novidade, com seu estilo fatal, desde a grande tendência do ano – o vidro - até enormes porcelanatos. Para os técnicos, um
horror – aliar brilho à resistência. Para os consumidores, simbologia do luxo, da modernidade. O brilho, para muitos, é tudo. |
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Reinando absoluto nas mostras do país – leia-se Casa Cor,
Artefacto – o brilho, grande vedete, aparece em todas as formas, em todas as cores, em todos os espaços –
redescoberto por profissionais renomados. |
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Mas a grande tendência parece ser mesmo no setor mobiliário: invade cozinhas, salas , escritórios, sempre acompanhado de
formas retilíneas, amplas, modernas, práticas, mas sem grandes apelos, a não ser o próprio brilho. E aos poucos relembramos as salas de jantar e cozinhas em fórmicas brilhantes (azuis,
vermelhas) das casas de nossa infância.
É o brilho revisitado, sim, mas ainda mais forte, mais glamouroso. |
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Brasita |
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E os materiais podem ser muitos, tantos, vários: Vidro lisos, vidros tramados, inox, alumínio, e em tantos lugares,
nos móveis, nas paredes,nos objetos, sejam coloridos (fortes!) ou neutros.
Não se engane que é uma fase,ou mais uma tendência: o brilho veio, sim, e para ficar! |
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